A defesa do PM Pedro Inácio voltou a sustentar que a estudante Zaira Dantas Silveira Cruz, que era estudante do curso de engenharia química na UFERSA de Mossoró, morta em 2019, aos 22 anos não foi assassinada, mas teria falecido de forma natural. (RELEMBRE)
O advogado Jader Marques afirmou que análises próprias, incluindo simulações em 3D e pareceres técnicos, contradizem a acusação e apontam ausência de sinais de asfixia.
O julgamento, marcado para 1º de dezembro em Natal, será fechado ao público e limitado a familiares por causa do sigilo judicial.
Esta será a segunda tentativa de júri, após a primeira ter sido anulada quando a defesa deixou o plenário alegando cerceamento. Zaira foi encontrada morta no Carnaval de 2019, no município de Caicó.
















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