Um jato executivo com o cantor Rey Vaqueiro pegou fogo após sair da pista durante um pouso na madrugada deste domingo (13) na cidade de Parelhas, na Região Seridó do Rio Grande do Norte, onde o artista tinha apresentação marcada. Estavam na aeronave o cantor e outras cinco pessoas, além do piloto e copiloto. Ninguém ficou ferido.
O avião ficou destruído. O Corpo de Bombeiros informou que acionou o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para investigar a causa do acidente.
De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave, de matrícula PP-WMO, é do modelo 550 Bravo, da Cessna, com capacidade para oito passageiros. Ele foi fabricado em 2006.
Cantor havia se apresentado em PE horas antes
Rey Vaqueiro havia se apresentado na cidade de Moreno, em Pernambuco, horas antes e tinha apresentação marcada em Parelhas às 2h30.
Cantor, equipe e tripulação foram levados para o Hospital Municipal de Parelhas para avaliação médica. Eles conseguiram deixar a aeronave antes do fogo se espalhar.
Nas redes sociais, o prefeito de Parelhas, Tiago Almeida, publicou uma foto com o artista e também parte da equipe de saúde que o atendeu.
"Hoje, diante de uma situação que ninguém esperava viver, profissionais de saúde e toda uma equipe se mobilizaram para cuidar, acolher e fazer o possível diante de uma emergência tão delicada", disse o prefeito.
Turbinas ficaram em chamas após acidente
Segundo o Corpo de Bombeiros, as duas turbinas ficaram em chamas no acidente. Ao todo, foram cinco horas de combate ao fogo.
"As equipes realizaram o combate ao incêndio e o resfriamento das turbinas, enquanto o combustível remanescente era consumido", informou, em nota, a corporação.
O pouso acontecia no aeródromo de uma mineradora em Parelhas. Minutos antes, uma primeira aeronave com parte da equipe do cantor já havia pousado sem nenhuma intercorrência.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a pista no local estava apta e não apresentava problemas para pouso ou decolagem.
O Registro Aeronáutico Brasileiro também indica que a aeronave estava regular para voo e com certificado de aeronavegabilidade válido até maio de 2027.
Nove bombeiros atuaram no combate às chamas. Além de apagar o fogo da aeronave, a equipe trabalhou para evitar que as chamas se espalhassem pela área da mata. O caso vai ser investigado pelo Cenipa.















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