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26/01/2024

ACUSADO DE SER MANDANTE DOS ASSASSINATOS DE BRUNO E DOM NO AM É TRASFERIDO PARA PRESÍDIO FEDERAL DE MOSSORÓ-RN



Caso Bruno e Dom: 'Colômbia' e Jânio de Freitas são transferidos de Manaus para presídio federal. — Foto: Rede Amazônica

Ruben Dário da Silva Villar, o "Colômbia", mandante dos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, no Amazonas, e o braço direito dele, Jânio Freitas de Souza, estão sendo transferidos de Manaus para um Presídio Federal, nesta quinta-feira (25).
A Polícia Federal já havia informado que tinha pedido a transferência para presídio federal de Jânio e "Colômbia", por conta do risco de fuga e risco à integridade física e psíquica dos investigados.
Colômbia, foi o mandante dos assassinatos de Dom Phillips e Bruno Pereira, ocorridos em junho de 2022 no Vale do Javari, no Amazonas, segundo a Polícia Federal, e está preso desde dezembro de 2022. 
Ele havia sido solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro. A prisão dele foi novamente decretada pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas por ocasião da concessão de sua liberdade provisória. Colômbia ainda é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.
"Colômbia" suspeito de mandar matar Bruno e Dom. — Foto: Rede Amazônica.

Segundo a PF, Jânio foi preso em Tabatinga, no interior do estado, em 18 de janeiro de 2024. No dia 5 de agosto de 2022, um mês após os assassinatos de Bruno e Dom, ele chegou a ser preso por pesca ilegal e há três meses respondia pelo crime em liberdade.
O pedido de prisão de Jânio foi feito após a PF identificar que ele estava coagindo testemunhas do caso e estar interferindo no andamento do processo contra ele e "Colômbia".
Pescador Jânio Freitas — Foto: Profissão Repórter

Ainda segundo a polícia federal, Jânio e "Colômbia" foram indiciados pelo duplo homicídio e ocultação de cadáveres do indigenista e do jornalista britânico.
Investigações
No inquérito policial que apura o homicídio de Bruno Pereira e Dom Phillips, já foram indiciados os executores, e os ocultadores dos cadáveres das vítimas.
Durante as investigações foi indiciado como mandante dos homicídios, Rubem Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, bem como outros envolvidos no esquema criminoso.
"Registre-se que Colômbia se encontra preso em Manaus, por motivo de falsificação de documentos de identidade, bem como também por ser chefe de uma organização criminosa transnacional armada, em outro inquérito que apurou pesca ilegal e contrabando", disse a PF.
Com o prosseguimento das investigações, ficou constatado em diversos documentos, que ele possuía um segurança armado. Ainda de acordo com o apurado, Colômbia dirigia sua organização criminosa por meio de informações recebidas por este segurança.
O caso
Bruno e Dom desapareceram quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez no dia 5 de junho de 2022, quando passavam em uma embarcação pela comunidade de São Rafael, em Atalaia do Norte, no Amazonas.
De São Rafael, seguiriam para a sede de Atalaia do Norte. A viagem de 72 quilômetros deveria durar apenas duas horas, mas eles nunca chegaram ao destino.
As buscas pelos dois começaram no mesmo dia, por integrantes União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que acionaram as autoridades.
Após dias de buscas, os restos mortais de Bruno e Dom foram encontrados enterrados, em uma área de mata de difícil acesso, no dia 15 de junho de 2022.
As investigações concluíram que as vítimas foram mortas a tiros e os corpos, esquartejados, queimados e enterrados. Segundo laudo de peritos da Polícia Federal, Bruno foi atingido por três disparos, dois no tórax e um na cabeça. Já Dom foi baleado uma vez, no tórax.
Amarildo da Costa Oliveira, o "Pelado", Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos santos”, e Jefferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, foram presos suspeitos de cometerem os assassinatos.
Além dos três acusados, no fim de janeiro de 2023, a Polícia Federal (PF) apontou Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como "Colômbia", como o mandante dos homicídios.
Colômbia está preso desde dezembro de 2022. Ele chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro.
A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de drogas.
Segundo as investigações, "Colômbia" tinha relação direta com Amarildo. No processo, o Ministério Público Federal denunciou Amarildo, Oseney e Jefferson pelo assassinato das vítimas.
As buscas pelos dois começaram no mesmo dia, por integrantes União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que acionaram as autoridades.

g1am

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