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24/06/2020

CONFIRA COMO VENDER SEU IMÓVEL EM NATAL SEM BAIXAR O VALOR




Saiba quais são as orientações para negociar o seu imóvel com um preço justo e de forma imediata
Primeiramente, ofereça um imóvel que goze de infraestrutura e disponibilize um ambiente harmonioso, de forma que, mesmo compacto ou amplo, seu morador sinta-se acolhido. Posteriormente, certifique-se de efetuar as melhores instalações hidráulicas e elétricas possíveis, assegurando tranquilidade aos consumidores que, ao adquirirem o imóvel, não precisarão direcionar atenções a esse tipo de questão. 
Também é relevante que, ao colocar uma casa ou apartamento à venda em Natal, você precifique-o com base nos imóveis de perfis similares que integram a região, a fim de determinar um valor cujo custo benefício se sobressairá e, com isso, o cliente se sentirá cativado de maneira singular. 
Agora, visando não retardar o processo de venda, promova uma divulgação consistente, disseminando o seu imóvel, suas virtudes e características, por meio de imagens ilustrativas de alta definição nos canais adequados, para que o consumidor sinta-se impactado e não hesite em sua aquisição.
Como a crise financeira refletiu no mercado de imóveis
Descartando aquisições que viessem a reforçar um alto padrão de vida, cuja ida ao mercado com o objetivo de comprar roupas de marca, inúmeros pares de tênis e eletroeletrônicos que poucos seriam utilizados não eram mais observadas, a adaptação a um novo estilo de vida impactou em alguns segmentos que, num momento anterior, designavam a esses indivíduos um papel de consumidor. 
Além disso, aquisições de veículos e imóveis passaram a ser amplamente preteridas, fato que evidenciava uma tentativa de adquirir maior fôlego financeiro em curto prazo para que, em longo prazo, um consumo mais intensificado fosse retomado. Deste modo, as casas à venda em Natal ficaram em segundo plano, representando uma aquisição com o potencial de agravar ainda mais condição econômica dos indivíduos. E, por isso, as locações de imóveis tornaram-se os meios de se residir mais viável a uma parcela populacional, chegando a corresponder à preferência de 18,5% dos brasileiros se situarem na oferta imobiliária. 
A prática do consumo está inteiramente associada às condições que a economia apresenta. Sintetizando, é natural que o consumidor esteja muito mais disposto a investir quando o mercado financeiro conta com perspectivas promissoras, deste modo, assegurando mais credibilidade para que, em longo prazo, os desfalques não se façam presentes no bolso do cidadão, contribuindo para um endividamento cada vez mais arrebatador. Na medida que a propensão em consumir indica um recuo no mercado, torna-se compreensível que, no período vigente, a confiança do brasileiro esteja abalada, provocada pelo desemprego, ausência de investimentos externos e prejuízos ímpares da iniciativa privada. 
E, nos últimos anos, o cenário mencionado representa o Brasil e sua economia, visto que a crise financeira que se manifestou no princípio da década sinalizou positivamente a um mercado, especificamente: o de empréstimos. Afinal, no momento de aflição, em que nos deparamos com as contas se acumulando e a falta de dinheiro para arcarmos com os custos, tendemos a recorrer aos empréstimos, atribuindo à essa tomada de decisão uma saída mais ágil daquele caos que estamos imersos. 
Em virtude do novo comportamento do consumidor que, promovendo consumo com base na sua atual situação financeira, almejou não dar passos maiores que a perna e, com isso, preservar sua linha de crédito, muitos identificaram na mudança de hábitos uma maneira de se desvencilharem da crise, uma vez que o padrão de vida modificado acarretaria em mais dinheiro em caixa ao término dos meses. 
O consumidor e seu desejo de driblar a crise através da negociação de imóveis
Contudo, as construtoras e imobiliárias ainda se deparavam com consumidores cujo comportamento no setor indicava uma propensão em comprar imóveis, tratando essa cultura como investimento, seja para fins financeiros ou de qualidade de vida. Mas, diferentemente de outras épocas, o dinheiro não parecia aceitar desaforo. Com isso, reforçava-se a necessidade dos investimentos obterem um retorno, afinal, os investidores condicionavam a saída da crise aos resultados bem-sucedidos projetados no segmento. 
E, para que haja uma garantia de venda rápida dos empreendimentos e sem reduzir o preço, é imprescindível adotar diretrizes de profissionais do ramo, com o intuito de faturar o maior valor possível através dos imóveis em Natal ofertados.
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