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27/10/2019

LAR DA CRIANÇA POBRE DE MOSSORÓ EXPLICA SITUAÇÃO DOS VENEZUELANOS EM MOSSORÓ. NINGUÉM SERÁ DESPEJADO. NÃO RECEBEMOS NADA DA ONU.




O Lar da Criança Pobre de Mossoró, reuniu os Venezuelanos e nossa equipe, na tarde deste domingo 27 de outubro de 2019, no bairro Abolição I, para explicar a verdadeira e real situação das famílias em Mossoró, e também esclarecer alguns pontos que foram divulgados pelo nosso Blog ontem, que não condizem com a realidade, ou até mesmo foi mal interpretada pelas famílias. O primeiro e principal ponto, foi a questão divulgada aqui sobre doações feitas pela ONU. Irmã Ellen e Irmã Cristina foram firmes em dizer que nenhum centavo é recebido pela ONU. Irmã Ellen afirma que todos os recursos e doações são exclusivamente tirados dos recursos do Lar da Criança Pobre de Mossoró, que desde sua fundação se mantém com doações de caridade, dadas por amigos particulares alemães e brasileiros. -  Desde da chegada dos refugiados Venezuelanos cada família deles recebe semanalmente R$ 60,00 reais por cada adulto e R$ 30,00 por cada criança na casa, por semana, chegando ao fim do mês algumas famílias ultrapassando até um salário mínimo dependendo da quantidade de filhos na casa. Outro ponto importante ressaltado, foi a questão do desconto de água e luz. Na verdade os Venezuelanos não pagam nada para morar. Eles apenas tem uma meta a ser seguida por mês, na questão de água e luz. Exemplo. Cada família tem até uma quantidade de água por mês e de luz. Se no caso o gasto por família ultrapassar o limite, aí sim será descontado do dinheiro semanal que é repassado pelo Lar da Crianca Pobre, o que é compreensível. Exemplo. Cada família só pode gastar até X valor de água ou luz. Ultrapassando aí sim será retirado a diferença do valor que se é repassado como mostramos na planilha apresentada pelas famílias ontem. Irmã Ellen afirmou e foi confirmado na presença de todos, que em nenhum momento foi pedido, ou até mesmo ordenado o despejo dos Venezuelanos. Ela apenas afirmou que não pode fazer nada além do que já é feito, e se caso alguns deles se sentissem incomodados ou até prejudicados poderiam sair da casa livremente para que ela possa continuar seu trabalho com outras pessoas mais necessitadas. Se caso cada um comprar seus eletrodomésticos e a conta de luz ultrapassar a cota mensal doada pelo Lar da Criança Pobre, aí sim seria cobrada da família a diferença. Mas até o presente nenhum Venezuelano deu absolutamente nada de dinheiro ao Lar nem pagou nenhuma conta de água ou luz. Outro ponto, foi em relação aos que trabalham. Dois responsáveis já foram efetivados nos empregos, porém são sete no total geral que estão trabalhando, sendo que pelo menos cinco deles ainda em situação de testes(experiências). Outro ponto esclarecido foi a questão do despejo. Em nenhum momento Irmã Ellen cogitou alguma possibilidade de despejos. Os Venezuelanos ficarão como combinado durante um ano. "Houve uma mal interpretação com relação ao aviso. Avisamos que se eles se sentissem incomodados ou prejudicados na instituição do Lar da Criança Pobre,  poderiam por livre espontânea vontade deixar a casa e deviam entregar as chaves. Em relação aos alimentos, o que ocorre é o seguinte: Irmã Ellen tem sob sua responsabilidade cerca de 180 funcionários em Mossoró e outras regiões. As doações são feitas por  Mossoroenses;, supermercados, instituições  e pessoas particulares doam e algumas vezes os alimentos já chegam quase em cima do dia de vencimento. Nesses casos ela orientou aos Venezuelanos que se de alguma forma a comida não estiver apropriada para o consumo, basta devolver que os animais agradecem. Ela passará para os animais de que ela cuida com tanto carinho. 
Do Blog.
Estando bem para ambos os lados, fica aqui nosso compromisso com nosso leitor. Trazendo assim os dois lados da situação para que de uma certa forma, sejam esclarecidas todas as informações repassadas para a imprensa. Quero em nome de nossa equipe, agradecer Irmã Ellen e Irmã Cristina em nome de todos os funcionários que trabalham de uma forma carinhosa e dedicada. Aos Venezuelanos desejamos toda sorte do mundo e que todos possam conseguirem seus empregos definitivos e sua capacidade para trilhar suas vidas da melhor maneira possível aqui em Mossoró. Um forte abraço à todos.




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