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05/05/2019

ACUSADOS DE PARTICIPAÇÃO NA ‘CHACINA DO BAILE FUNK’ DE MOSSORÓ VÃO A JÚRI POPULAR



Quatro réus vão a julgamento na manhã da terça-feira (7). Eles respondem por 5 assassinatos e outras 5 tentativas de homicídio - crimes ocorridos no dia 11 de março de 2017.
Dos cinco apontados como autores da chacina, quatro estão presos — Foto: Divulgação/Polícia Civil
Está marcado para terça-feira (7) o júri popular de quatro acusados de participação na chacina que vitimou cinco pessoas em um baile funk realizado no dia 11 de março de 2017 no bairro Boa Vista, em Mossoró, cidade da região Oeste potiguar. (RELEMBRE)
O julgamento acontece no Fórum Desembargador Silveira Martins, a partir das 8h30.
Os réus irão responder por cinco assassinatos e mais cinco tentativas de homicídio. Um adolescente também foi apreendido, mas não vai a julgamento. Os acusados são:
Felipe Martins dos Santos, o 'Playboy'
Marlon Bruno da Silva Nascimento, o 'Shampoo'
Francisco Josenilson da Silva, o 'John'
Abdiel da Silva Domiciano, o 'Galadim'
A Delegacia de Homicídios de Mossoró concluiu que a chacina foi motivada por uma rixa envolvendo duas facções criminosas. Porém, apenas uma das pessoas mortas seria o verdadeiro alvo dos criminosos.
A chacina
As vítimas da chacina, quatro homens e uma mulher, estavam na festa, batizada de 'Primeiro Baile de Favela', quando os bandidos chegaram, entraram e começaram a atirar. Houve correria e outras pessoas acabaram baleadas ou feridas. A polícia encontrou capsulas de pistola e fuzil no local.
Os mortos foram identificados como:
Eriely Amanda de Souza Neves, de 21 anos
Jocie Morais da Fonseca, de 20 anos
Eduardo Nunes Farias, de 19 anos
Israel Gomes Bezerra, de 19 anos
Kaynan Gomes, conhecido como 'Mc Kay', de 16 anos
Eduardo Nunes Farias, de 19 anos; Israel Gomes Bezerra, também de 19, Kaynan Gomes, conhecido como 'Mc Kay', de 16; e Jocie Morais da Fonseca, 20, foram mortos a tiros — Foto: PM/Divulgação
A jovem Eriely Amanda foi uma das pessoas mortas na chacina. Ela foi atingida por um tiro de espingarda na cabeça. Ela tinha sido mãe no final de 2016.
Eriely Amanda, de 21 anos, também foi morta na chacina — Foto: Reprodução / Facebook
G1-RN

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