(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','https://www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-40913284-2', 'auto'); ga('send', 'pageview');
NOME NOME NOME

24/06/2026

Polícia Civil prende terceiro envolvido em atentado contra vereador e homicídio de assessor em Mossoró





A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu nesta quarta-feira (24) o terceiro suspeito de participação no atentado que matou o assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais e deixou ferido o vereador Cabo Deyvison, em Mossoró, no último dia 15 de junho.
Segundo a corporação, o investigado foi identificado como Wilson Mariano da Silva Filho. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça após representação da Polícia Civil, que afirma ter reunido elementos apontando a participação dele no crime.
Outros dois homens suspeitos de participação no atentado foram presos no Ceará, na tarde de terça-feira (16). 
Ambos são naturais do Rio Grande do Norte, mas têm bases no estado vizinho. A polícia apreendeu o carro usado na ação, um fuzil calibre 5.56 e uma pistola .40.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações sobre o atentado seguem em andamento para esclarecer a dinâmica do crime e identificar eventuais coautores e mandantes.
Retaliação de facção criminosa
A Polícia Civil afirmou, em entrevista coletiva na sexta-feira (19), que o atentado contra o vereador de Mossoró Cabo Deyvison (PL), que terminou com a morte do assessor dele, Alyson Dyego de Oliveira Morais, foi uma retaliação de facções criminosas pela atuação do parlamentar contra esses grupos.
Segundo os investigadores, o crime teria sido planejado e executado por integrantes de uma facção criminosa. 
A informação foi confirmada pelo diretor da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró, delegado Márcio Lemos.
Os agentes também descobriram um esconderijo utilizado pelos investigados no bairro Maísa, em Mossoró.
 De acordo com os investigadores, o planejamento começou dias antes do ataque. O veículo utilizado pelos criminosos chegou a Mossoró dois dias antes do atentado.
A investigação também apontou que os R$ 10 mil encontrados em uma movimentação bancária no celular de um dos suspeitos seriam destinados ao custeio das despesas dos envolvidos na cidade até a execução do crime.
Digitais ligam suspeitos ao carro usado no ataque
Exames papiloscópicos feitos pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) identificaram impressões digitais dos dois homens presos no interior do carro usado no atentado.
De acordo com o diretor-geral da Polícia Científica do RN, Marcos Brandão, os laudos confirmaram a presença dos suspeitos no veículo utilizado pelos criminosos.
"A gente conseguiu encontrar as impressões deles no interior do veículo e esse exame é muito melhor até que o DNA, porque a impressão digital é única e exclusiva. Então, só o indivíduo, mesmo que seja irmão gêmeo, só ele tem aquela impressão digital", acrescenta Brandão.
O caso
O ataque contra o vereador Cabo Deyvison, de 37 anos, ocorreu por volta das 22h de segunda, enquanto o parlamentar aguardava do lado de fora da UPA de Alto de São Manoel, em Mossoró, acompanhando uma mulher e uma criança que havia sido mordida por um cachorro.
O vereador estava fazendo uma transmissão ao vivo quando um veículo passou pelo local e os ocupantes atiraram diversas vezes contra o político.
O assessor do vereador, Alyson Dyego de Oliveira Morais chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Cabo Deyvison recebeu os primeiros atendimentos na UPA e foi transferido de ambulância para o Hospital Regional Tarcísio Maia. Depois, ficou internado no Hospital da PM, também em Mossoró.
Em nota divulgada nas redes sociais, a equipe de Cabo Deyvison lamentou a morte do assessor. "Neste momento de dor e preocupação, pedimos orações pela recuperação de Cabo Deyvison e pela família da vítima", diz o texto.
Deyvison Thalles Martins do Nascimento, conhecido como 'Cabo Deyvison', foi eleito vereador pela primeira vez em 2024. Ele é policial militar no Ceará desde 2013 e está licenciado para exercer o cargo de vereador na Câmara dos Vereadores de Mossoró.
O delegado Renato Oliveira, responsável pelo caso, classificou o atentado como bárbaro e ressaltou que a ação colocou em risco pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde da UPA.
"É uma atitude extremamente violenta e criminosa que precisa de uma resposta", afirmou.
Em maio do corrente ano Wilson Mariano da Silva Filho, foi condenado a mais de 7 anos de prisão, pelo assassinato do tatuador Ariel Ribeiro Dantas de Lima, de 23 anos no bairro Boa Vista em Mossoró. (RELEMBRE)



 

 g1rn

comentário(s) pelo facebook:

0 Deixe seu comentário:

Postar um comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste blog. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.
* NÃO SERÃO AUTORIZADOS COMENTÁRIOS COM PALAVRAS DE TEOR OFENSIVO COMO XINGAMENTOS, PALAVRÕES E OFENSAS PESSOAIS.

 
Se inscreva no canal TV Passando na Hora no Youtube.
Inscreva-se