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21/03/2017

GRUPO JOÃO SANTOS,DO CIMENTO NASSAU,DECRETA FALÊNCIA DIREÇÃO NEGA



Foto/Divulgação
Noticias que vem sendo veiculadas essa semana sobre empresa de cimento Nassau, importante empreendimento da economia mossoroense, é ligada ao grupo empresarial tem causado muita preocupação principalmente a quem depende direta ou indiretamente da fábrica de cimento. A diretoria nega.
Veja abaixo

O Grupo João Santos, que produzia o cimento Nassau e detinha 13% do mercado do produto no Brasil, decretou, oficialmente, sua falência no fim da última semana.
Em suas 12 fábricas no Norte, Nordeste e Sudeste do País, a Nassau produzia 6,4 milhões de toneladas de cimento por mês.
Porém, o Grupo João Santos não era só cimento. Era um império que tinha usinas de açúcar e etanol, fábricas de papel e celulose e uma rede de comunicação, a Rede Tribuna, presente em Pernambuco e no Espírito Santo.
A crise no grupo econômico foi instalada logo após a morte do patriarca e fundador do império, o empresário pernambucano João Pereira dos Santos. Ele morreu de infarto, em 15 de abril de 2009, aos 101 anos.
A briga familiar pelo controle do grupo, que levou à falência do império, teve de um lado Fernando Santos, José Bernardino Santos e Maria Clara Santos, filhos de João Santos, e de outro, as irmãs de João Santos, Ana Maria Santos e Rosália Santos, além de Alexandra, Rodrigo e Maria Helena, filhos do primogênito João Santos Filho, morto em 1980 num desastre de avião no Paraguai. Em 2010, o patrimônio do conglomerado era avaliado pelo mercado em R$ 5 bilhões.

Diretor diz que grupo João Santos não existe e que não houve decreto de falência das fábricas

Coluna do jornalista Rubens Frota, do jornal O Estado (CE), o dia 17 de março de 2017, sobre "Falência" do Grupo João Santos
No entanto, o jornalista mossoroense Argolante Lopes conseguiu falar com o diretor Fernando Gusmão.
Segundo Gusmão, o grupo João Santos não existe juridicamente, é apenas um nome "fantasma", como cita ele durante conversa com jornalista Lopes.
O servidor afirmou que a informação de falência não procede, nem em relação ao grupo, nem quanto às empresas.
"Não existe João Santos, não é um grupo, existem diversas empresas que em conjunto elas são chamadas de grupo João Santos. Mas, não tem respaldo jurídico, não é uma instituição, só o nome fantasia de um conjunto de empresas. Nenhuma [decretou falência], não tem pé nem cabeça", declarou Fernando Gusmão.

Por Antônio Martins

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