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15/02/2017

FUZILEIROS NAVAIS REALIZAM INSPEÇAO NA CADEIA PÚBLICA DE MOSSORÓ-RN



Nesta quarta-feira (15), a Marinha do Brasil deu continuidade à “Operação Varredura”. Desta vez, a unidade prisional visitada é a Cadeia Pública de Mossoró.
Os militares, após vistoriar a Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, na última segunda-feira (13), permaneceram na cidade, e, na manhã de hoje, deslocaram-se para dar prosseguimento à Operação, que visa verificar a existência de armas, drogas, aparelho de telefonia móvel e materiais proibidos no interior da unidade.
Para a atuação da tropa, permanece a determinação de que os militares não tenham contato com os detentos, e, para isto, contam com o apoio dos agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE), no interior da cadeia, e da Polícia Militar, na contenção da área externa.
A estrutura da Operação é similar à das etapas já realizadas na PEP e na Mário Negócio, com a atuação de Fuzileiros Navais portando equipamentos de detecção de metais, aparelhos de raio X e conduzindo cães farejadores para localização de drogas e explosivos, além do posicionamento de militares em todo o perímetro externo da Cadeia visando a segurança e controle de acesso.
Nas etapas anteriores, realizadas na Penitenciária Estadual de Parnamirim e na Penitenciária Agrícola Dr. Mario Negócio, foram encontrados mais de 1500 itens, sendo 12 celulares, 16 baterias, 22 chips de celulares, 532 objetos perfurocortantes, 92 materiais suspeitos de serem narcóticos e 870 outros itens proibidos.
A Operação na Cadeia Pública de Mossoró desenvolve-se dentro da normalidade e conforme planejada.       

*Assessoria de Comunicação Social:3216 3048/ 99904-4096.

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3 comentários:

  1. todo mundo sabe q la dentro ate cachaça e vendida

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    1. kkkkkkkk ... la é um comercio !!!

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  2. O atual sistema prisional forma bandidos, pós-graduados e doutores do crime, pois o tempo ocioso e a convivência com vários delinquentes propiciam trocas de experiências criminosas. Os presídios se tornaram escritórios para líderes do crime organizado, as condições de superlotação e a precariedade evidenciam que, sem planejamento, não há possibilidades de reabilitação e ressocialização dos detentos.

    As drogas, as armas e aparelhos tecnológicos são outros fatores determinantes no problema do sistema penitenciário brasileiro. Como visto e ouvido nos noticiários, o grande número de armas, a grande quantidade de drogas e celulares apreendidos diariamente nos presídios.

    Sabe-se que existem presídios onde há apenas um agente penitenciário para tomar conta de cerca de 100 a 200 detentos, nos quais estes profissionais são mal remunerados, com isso, acabam se envolvendo na corrupção favorecendo milícias criminosas ou certos detentos, para o favorecimento de seus proventos que chega a ser superior a sua renda paga pelo Estado.

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