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16/11/16

EX FUNCIONÁRIOS DO COHM PEDEM APOIO DO MP PARA RECEBER SALÁRIOS ATRASADOS



Um grupo formado por 19 ex-funcionários do Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró busca o apoio do Ministério Público para receber salários atrasados e direitos trabalhistas. Recentemente, o portal MOSSORÓ HOJE revelou que a unidade estava enxugando o seu quadro de servidores, conforme detalhou o próprio diretor do COHM, Cure Medeiros.
De acordo com relato de uma ex-funcionária, que preferiu não ter a sua identidade revelada, nem mesmo o seu salário de setembro foi pago. “No meu caso, pedi rescisão indireta, porque não aguentava mais tantos atrasos. Há quatro anos o Centro de Oncologia vem atrasando salários, rasgando a CLT, não pagando o 13º no mês de dezembro”, destacou.
 A ex-servidora revela que, ao cobrar da direção do COHM o salário de setembro, foi orientada a procurar a Justiça. “O salário deve ser pago até o quinto dia útil subsequente ao mês trabalhado. Pedi rescisão no dia 17 de outubro, ou seja, já estava atrasado o pagamento. Outros funcionários que foram demitidos agora em novembro só receberam o mês de setembro há poucos dias”, afirmou.
Ainda segundo a ex-funcionária, do grupo de 19 pessoas, muitas estão passando dificuldades em virtude dos atrasos. “Essas pessoas precisam se alimentar, alimentar sua família. É preciso que a direção do COHM entenda que o regime de escravidão já passou. Vão à mídia pedir dinheiro, dizer que o Governo e a Prefeitura estão atrasando repasses, mas quem está atrasando o pagamento é o próprio Centro”, pontua. entrou em contato com o diretor do COHM, Cure Medeiros, para obter um posicionamento sobre as denúncias apresentadas nesta reportagem, no entanto as ligações não foram atendidas.“É horrível demitir funcionários, mas isso já vem acontecendo há algum tempo. Estamos enxugando a folha ao máximo, pois não há condições de mantê-la em dia com as dificuldades que estamos enfrentando atualmente”, destacou Cure Medeiros ao Portal no dia 3 de novembro, complementando que a intenção é readmitir esses servidores no futuro.Também na reportagem, Cure afirmou que essas dificuldades estão relacionadas à falta de regularidade nos repasses do Poder Público. “Além disso, o tratamento diferenciado que recebemos em relação à Natal é outro agravante. É impossível manter uma UTI por R$ 450 em Mossoró, enquanto Natal recebe R$ 1,5 mil”, lamentou Cure Medeiros.
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